07 janeiro 2011

Sem Desânimo

Se você deixou de trabalhar, entrando em desânimo, examine o trâfego numa rua simples.

Ônibus, automóveis, caminhões, ambulâncias e viaturas diversas passam em graus de velocidade diferente, cumprindo as tarefas que lhes foram assinaladas.
      
Nenhum veículo segue sem objetivo e sem direção.

Observe, porém, o carro parado, fora da pista.

Além de constituir uma tentação para malfeitores e um perigo no trânsito, é também um peso morto na economia geral, porquanto foge do bem que lhe cabe fazer.

Entretanto, se o dono resolve recuperá-lo, aparecem, de pronto, motoristas abnegados, que se empenham em socorrê-lo.

Considera a lição e não gaste o seu tempo acalentando enguiços na prórpia alma, que farão de você um trambolho para os corações queridos que lhe partilham a marcha.

Qual acontece ao veículo mais singelo, você pode perfeitamente auxiliar nos caminhos da vida, arrancar um companheiro dessa ou daquela dificuldade, carregar um doente, transportar uma carta confortadora, entregar um remédio ou distribuir alimento.

Se você quiser, realmente, largar o cantinho da inércia, rogue amparo aos Espíritos Benevolentes e Sábios que funcionam, caridosamente, na condição de mecânicos da Providência Divina, e eles colocarão você, mas para que isso aconteça, é preciso, antes de tudo, que você pense em servir, dispondo-se a começar.

(Pelo Espírito André Luiz - Livro Meditações Diárias - Psicografia de Chico Xavier)

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